Inicio esse blog, falando (escrevendo) sozinha.
Ué, sempre escrevi sozinha. Nunca ninguém leu. Quer dizer, hoje tenho certeza que minha mãe lia meus diários e devia se divertir muito. Tenho todos eles guardados e de vez enquanto me pego lendo e agradecendo por ter tido uma infância e adolescência muito feliz.
Mas aí a vida adulta chega com tudo e trocentas responsabilidades e julgamentos caem nos seus ombros. Não é que você não seja feliz. É que agora a vida pesa. Mas já era previsto, esperado. E aprendi que as flores estão no caminho. Ninguém é feliz o tempo todo. Mas conheço pessoas que são triste todo tempo.
Escrever coloca minhas idéias em ordem, uma espécie de reflexão. Sobre meu mundinho nada perfeito, sobre minhas idéias e estudos, sobre minhas futilidades e paixões, sobre meus planos e ansiedades.
Espero que vocês, fantasmas, gostem de ler, pois eu adoro escrever assim ao vento.
E este post termina assim, sem foco, sem planejamento. Bem como eu sou.